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"Name": "Sandrone",
"Description": "A sétima dos Mensageiros Fatui, \"Marionette\". Uma estudiosa que analisa os fenômenos do mundo através da matemática e das ciências, e uma dama elegante que nunca falta a uma festa do chá.",
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"Name": "Fórmula Matemática: Prova Evidente",
"Description": "Ataque Normal\nGera fios que controlam sua arma usando fórmulas, realizando até 3 golpes consecutivos.\n\nAtaque Carregado\nInvoca Facilitateur Automatise Generaliste Interactifet Omnitache, mais conhecida como Fagio, e troca para o modo {LINK#N11330001}Resolução{/LINK}: faz um Ataque de Rajada contra os inimigos em frente, disparando periodicamente um Raio Congelante, causando Dano Cryo em AdE.\nBrilho Reluzente: Supercondutor Estelar: o Raio Congelante é convertido para causar Dano Cryo em AdE que é considerado Dano de Supercondutor Estelar.\nQuando está no modo Resolução, a {LINK#N11330002}Capacidade da Resolução{/LINK} de Fagio será aumentada continuamente. Ao disparar um Raio Congelante, aumenta ainda mais a Capacidade da Resolução.\nQuando Capacidade da Resolução alcançar o limite máximo de 100, Fagio trocará para o modo Sobrecarga de Poder, disparando contra inimigos por um intervalo maior, causando Dano Cryo, e não podendo trocar para o modo Resolução.\nQuando não está no modo Resolução, a Capacidade da Resolução de Fagio será lentamente reduzida. Quando Sandrone não for a personagem ativa, ela focará sua atenção para reparar Fagio, fazendo com que sua velocidade de diminuição de Capacidade da Resolução acelere em 300% do valor original.\n\nQuando Capacidade da Resolução está com menos de 50, Fagio sairá do modo Sobrecarga de Poder.\n\nAtaque Imersivo\nSe lança do ar para atacar o chão, causando dano aos oponentes ao longo do caminho e causando Dano de AdE durante o impacto.",
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"Name": "Fórmula Matemática: Análise Abrangente",
"Description": "Defendendo a perfeição de uma dama, sobe na Máquina Flutuante Tática de Assalto da Festa do Chá e flutua em frente continuamente por 6s. Nesse período, Sandrone pode controlar a direção que flutua, e ao pressionar para correr, consome 10 de Stamina para entrar no modo refinado de Flutuação Veloz, consumindo 15 de Stamina por segundo, flutuando mais rápido.\n\nAo começar a flutuar, se houver um inimigo por perto, Sandrone invocará um Canhão Ressonante Prismático que disparará 2 Projéteis Cristalinos contra inimigos nervosos próximos, causando Dano Cryo.\nBrilho Reluzente: Supercondutor Estelar: o segundo Projétil Cristalino será convertido para causar Dano Cryo que é considerado Dano de Supercondutor Estelar.\n\nAo andar na Máquina Flutuante Tática de Assalto da Festa do Chá, Sandrone sofisticadamente reparará Fagio, fazendo com que sua {LINK#N11330002}Capacidade da Resolução{/LINK} seja reduzida rapidamente.",
"Icon": "Skill_S_MarionetteNew_01"
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"EnergySkill": {
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"Dano de Bombardeio|{param1:F1P} x3",
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"Id": 11335,
"Name": "Fórmula Matemática: Prova Lógica Completa",
"Description": "Com a etiqueta de uma refinada dama, invoca um grande número de Canhões Ressonantes Prismáticos para dispararem bombas em frente, para em seguida disparar o Raio de Luz Energético Frio contra os oponentes, causando Dano Cryo em uma AdE.\nBrilho Reluzente: Supercondutor Estelar: o Raio de Luz Energético Frio será convertido para causar Dano Cryo em uma AdE que é considerado Dano de Supercondutor Estelar.",
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"Id": 1332101,
"Name": "Calculadora Antiga",
"Description": "Brilho Reluzente: Supercondutor Estelar: ao lançar a Habilidade Elemental {LINK#S11332}Fórmula Matemática: Análise Abrangente{/LINK}, se {LINK#N11330002}Capacidade da Resolução{/LINK} de Fagio ultrapassar 50 pontos, o segundo Projétil Cristalino disparado por Fagio contra inimigos próximos causará 400% de seu Dano original a medida que Capacidade da Resolução é reduzida.\nAlém disso, a cada 10 de Capacidade da Resolução de Fagio reduzidos, obtém 1 acúmulo do efeito Melhoria Tática por 60s. Esse efeito pode ser acumulado até 10 vezes. Quando Sandrone está em Brilho Reluzente: Supercondutor Estelar e lança seu Supremo {LINK#S11335}Fórmula Matemática: Prova Lógica Completa{/LINK}, consumirá todos os acúmulos de Melhoria Tática para fazer com que o Dano causado pelo Raio de Luz Energético Frio seja 100% do Dano original + x10% de cada acúmulo consumido.",
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"Name": "Normas de Etiqueta de uma Dama",
"Description": "Aumenta a Proficiência Elemental com base no ATQ de Sandrone: cada 100 de ATQ aumenta 8 de Proficiência Elemental. É possível aumentar até 160 dessa forma.",
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"Id": 1332301,
"Name": "Bênção das Estrelas: Luz do Racionalismo",
"Description": "Quando um personagem da equipe desencadear Supercondutor, converterá para Supercondutor Estelar, e aumentará o Dano Básico de Supercondutor Estelar causado pelo personagem da equipe com base no ATQ de Sandrone: cada 100 de ATQ aumenta o Dano Básico de Supercondutor Estelar em 0.7%. É possível aumentar até 14% dessa forma.\nAlém disso, quando está dentro do {LINK#N11330003}Campo da Estrela Polar{/LINK}, Sandrone entrará no estado Brilho Reluzente: Supercondutor Estelar.",
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"Id": 1332501,
"Name": "Reuniões Privadas e uma Longa História",
"Description": "Quando Sandrone está na equipe, depois de entregar as Missões Diárias para Katheryne, você receberá um lanche como recompensa adicional.",
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"Talents": [
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"Name": "Manhã Após o Crepúsculo Dourado",
"Description": "Quando está no modo {LINK#N11330001}Resolução{/LINK}, aumenta a Redução de Velocidade de {LINK#N11330002}Capacidade da Resolução{/LINK} de Fagio em 50%, e aumenta o Dano de Supercondutor Estelar causado por todos os membros da equipe em 30%.",
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{
"Id": 1332,
"Name": "Herdeira que Contemplou o Espelho",
"Description": "Brilho Reluzente: Supercondutor Estelar: aumenta o Dano CRIT causado pelo Raio Congelante disparado pelo Ataque Carregado em 40%, e cada vez que disparar um Raio Congelante, aumenta o Dano CRIT de todos os Raios Congelantes disparados em 20% nessa duração do modo de {LINK#N11330001}Resolução{/LINK}. Esse efeito pode ser acumulado até 3 vezes.",
"Icon": "UI_Talent_S_MarionetteNew_02"
},
{
"Id": 1333,
"Name": "Recusa do Despertar do Crepúsculo, Inveja da Lua Nascente",
"Description": "Aumenta o nível do {LINK#S11331}Fórmula Matemática: Prova Evidente{/LINK} em 3.\nO nível máximo de elevação é 15.",
"Icon": "UI_Talent_U_MarionetteNew_01",
"ExtraLevel": {
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"Level": 3
}
},
{
"Id": 1334,
"Name": "Verdade do Mundo Jaz no Conhecimento",
"Description": "Quando o Dano de Supercondutor Estelar de Sandrone atingir um inimigo, invoca um Canhão Ressonante Prismático adicional para realizar um Ataque Carregado que causa 125% do ATQ de Sandrone como Dano Cryo. Esse Dano é considerado Dano de Supercondutor Estelar, e pode ser desencadeado uma vez a cada 4s.",
"Icon": "UI_Talent_S_MarionetteNew_03"
},
{
"Id": 1335,
"Name": "De Tudo Ela Não Participa",
"Description": "Aumenta o nível do {LINK#S11335}Fórmula Matemática: Prova Lógica Completa{/LINK} em 3.\nO nível máximo de elevação é 15.",
"Icon": "UI_Talent_U_MarionetteNew_02",
"ExtraLevel": {
"Index": 9,
"Level": 3
}
},
{
"Id": 1336,
"Name": "Narciso Desperto, Seus Olhos na Alvorada",
"Description": "No modo {LINK#N11330001}Resolução{/LINK}, o terceiro Raio Congelante disparado de Fagio será convertido para um Raio Congelante Conjunto de disparo contínuo mais perigoso, que com base no Raio Congelante disparado em sequência originalmente, cause até 4 instâncias adicionais de 100% do ATQ de Sandrone como Dano Cryo em AdE. \nBrilho Reluzente: Supercondutor Estelar: o Raio Congelante Conjunto será convertido para causar até 4 instâncias adicionais de 80% do ATQ de Sandrone como Dano Cryo em AdE. Esse Dano é considerado Dano de Supercondutor Estelar.\nAlém disso, todo Dano de Supercondutor Estelar causado por Sandrone será {LINK#N11190007}Elevado{/LINK} em 20%.",
"Icon": "UI_Talent_S_MarionetteNew_04"
}
]
},
"FetterInfo": {
"Title": "Análise Espelhada",
"Detail": "A sétima dos Mensageiros Fatui, \"Marionette\". Uma estudiosa que analisa os fenômenos do mundo através da matemática e das ciências, e uma dama elegante que nunca falta a uma festa do chá.",
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"Native": "Fatui",
"BirthMonth": 1,
"BirthDay": 13,
"VisionBefore": "Cryo",
"VisionOverrideLocked": "Eixo Estelar",
"VisionOverrideUnlocked": "Visão",
"ConstellationBefore": "Narcissorolegium",
"CvChinese": "洪海天",
"CvJapanese": "本多真梨子",
"CvEnglish": "Deneen Melody",
"CvKorean": "Kang Eun-ae",
"CookBonus": {
"OriginItemId": 108534,
"ItemId": 108976,
"InputList": [
101231,
101230,
110008,
100062
]
},
"Fetters": [
{
"Title": "Olá...",
"Context": "Odeio apresentações. Se você deveria me conhecer, vai me conhecer naturalmente, e se não deveria... por que desperdiçar tempo e energia? Mas, muito bem, em nome da etiqueta, vou lhe conceder esse capricho só desta vez... Contemple, diante de você está Marionette, Sétima dos Mensageiros dos Fatui!"
},
{
"Title": "Bate-papo - Festa do Chá",
"Context": "Já está na hora de fazermos outra festa do chá, não acha? Será que mais alguém está livre..."
},
{
"Title": "Bate-papo - Piano",
"Context": "Eu gosto de música. Na verdade, aprendi sozinha a tocar vários instrumentos diferentes. Não acredita em mim? Hah, arrume um piano para mim, e eu vou te mostrar do que sou capaz."
},
{
"Title": "Bate-papo - Encontros",
"Context": "Convocada de volta ao Palácio Zapolyarny, de novo? Aff... Sério, qual é o sentido de todas essas reuniões intermináveis!?"
},
{
"Title": "Quando Está Chovendo...",
"Context": "...Que saco."
},
{
"Title": "Depois da Chuva...",
"Context": "Minhas flores adoram esse tipo de clima."
},
{
"Title": "Quando Está Trovejando...",
"Context": "Sistemas defensivos... Mmhmm, operando normalmente."
},
{
"Title": "Quando Está Nevando...",
"Context": "Aff, hora de mais \"Donzelas de Neve\"..."
},
{
"Title": "Quando Faz Sol...",
"Context": "O clima perfeito para bolo, café forte e se perder em um bom livro."
},
{
"Title": "A Ventania Está Chegando...",
"Context": "Esta saia realmente não foi feita para um tempo assim... Como diabos Rosalyne conseguia lidar com isso?"
},
{
"Title": "Bom dia...",
"Context": "Bom dia. Gostaria de uma xícara de café? Ela realmente levanta o ânimo. Hmm? Por que alguém como eu precisaria de café? Hah, uma dama não pode apreciar o sabor!?"
},
{
"Title": "Boa Tarde...",
"Context": "Já é essa hora? É melhor eu preparar alguns petiscos..."
},
{
"Title": "Boa noite...",
"Context": "Voltou para jantar? Isto aqui não é uma cantina, sabia... Esquece, você já está aqui mesmo, vou pedir para Fagio preparar alguma coisa."
},
{
"Title": "Boa noite...",
"Context": "Você deveria dormir um pouco. Eu prefiro fazer minhas pesquisas à noite, é mais silencioso, e não tem ninguém por perto para me incomodar. ...Como assim!? Minha rotina de sono está ótima do jeito que está, muito obrigada!"
},
{
"Title": "Sobre Sandrone - Nome",
"Context": "O que há de errado em me chamar de Sandrone? Hein...? Meu nome original? Hah... Então você realmente quer saber? Tá bem, tá bem... Ainda me lembro do momento em que abri os olhos pela primeira vez. Alain tinha acabado de me criar. Ele me chamou de \"Marionette\". Tentei repetir, dizer em voz alta para mim mesma, mas percebi algo... complicado na expressão dele. Só mais tarde entendi o que era — uma mistura de arrependimento e culpa. Ele nunca mais me chamou assim. De qualquer forma, depois de me contar a história da Ordem da Cruz de Narcissus e da irmã dele, Alain concluiu, insistindo que eu era livre para escolher meu próprio caminho. Uma parte importante disso, disse ele, era decidir meu próprio nome. Da minha parte, eu disse que estava perfeitamente bem com o que ele havia me dado. \"Marionette Guillotin\"... Bem único como nome, não acha? E, ainda assim, por motivos diferentes, a Tsaritsa acabou fazendo de \"Marionette\" meu título como Mensageira. Heh... Talvez isso fosse simplesmente mais um dos chamados \"caprichos do destino\"."
},
{
"Title": "Sobre Sandrone - Sono",
"Context": "Quando eu fui criada, parecia trabalhoso demais procurar um lugar para me deitar, então eu geralmente só \"dormia\" em uma cadeira. Só depois que cheguei a Snezhnaya que me acostumei a dormir em camas. Tenho que admitir, depois de um dia exaustivo lidando com meus \"colegas\", vestir algo confortável e me esconder debaixo das cobertas é maravilhosamente aconchegante. Há uma sensação de segurança criada pelo meu sistema sensorial e pelo meu circuito emocional. Agora eu entendo por que as pessoas gostam de dormir até mais tarde. Mas camas têm seus próprios problemas, minha chave de corda me impede de dormir de barriga para cima, e é difícil me equilibrar quando estou de lado. A única opção é dormir de bruços."
},
{
"Title": "Sobre Nós - Diário",
"Context": "Você leu meu diário, então não acha que já está na hora de revelar alguns segredinhos seus para deixar as coisas justas? Hã? Seu Manual de Aventura? Por que eu ia querer isso? Se eu quisesse saber o que você faz todo dia, era só pedir para a Katheryne me contar."
},
{
"Title": "Sobre Nós - Crenças",
"Context": "Podemos nos conhecer melhor agora, mas, quando chegarmos em Snezhnaya, ainda teremos que seguir as regras. Afinal, você vem enfrentando os Fatui desde que chegou... Quem sabe que tipo de alvoroço vai causar por lá. Naturalmente, vou fazer o possível para não dificultar sua vida. Eu ficaria grata se você pudesse fazer o mesmo por mim. Ajudar um ao outro com base no entendimento mútuo, é isso que companheiros fazem, não é?"
},
{
"Title": "Sobre o Eixo Estelar...",
"Context": "Combina bem comigo, Cryo é útil. Por exemplo, eu não preciso mais me preocupar com superaquecimento depois de cálculos prolongados."
},
{
"Title": "Algo para Compartilhar...",
"Context": "Com Pulonia desaparecido, a vida de repente ficou muito mais difícil de administrar. Foi por isso que criei a Fagio, minha \"Facilitatrice Automatisée Généraliste Interactive et Omnitâche\". Ela consegue lidar com muitas tarefas triviais com as quais eu prefiro não desperdiçar meu tempo, e também sabe lutar. Hã? Você acha que o nome completo dela é longo demais e... difícil de entender? Não é assim que todas as máquinas de trabalho recebem seus nomes? Alain criou Pulonia, que significa \"Prospective Undulation Localized Observing and Investigating Automaton\". Achei que todo mundo dava nomes assim às coisas. Então, você acha que é hereditário...?"
},
{
"Title": "Coisas Interessantes...",
"Context": "Fora da minha pesquisa, às vezes gosto de refletir sobre questões metafísicas. Assim como as pessoas de cada nação têm suas próprias crenças sobre a morte. Costumo ouvir pessoas falando sobre a \"vida após a morte\", \"o lugar onde as almas vão descansar\", coisas assim... Mas desde o momento em que meu núcleo foi danificado lutando contra Il Dottore até o momento em que o \"Eixo Estelar\" ativou o legado de Alain e me reativou, minha memória está em branco, completamente vazia. Para onde vão as construções mecânicas, as \"marionetes\", quando morrem? Como nossas \"almas\" são definidas? Será que sequer temos almas? Não há respostas, então sempre volto para a minha pesquisa. Mas o conhecimento é a pedra fundamental do mundo. Acredito que, à medida que essas pedras continuarem se empilhando, um dia sua altura por si só me permitirá alcançar as respostas para minhas dúvidas."
},
{
"Title": "Sobre Citlali...",
"Context": "Aquela grande xamã parece ser gentil. Será que ela é mesmo tão velha? Ela ainda parece ter bastante energia, embora às vezes acabe se empolgando um pouco demais. O que quero dizer? Ah, bem, recentemente, eu estava conversando com ela sobre você e eu termos ido debaixo d'água procurar uma coisa... e, antes disso, contei a ela que você estava em Nod-Krai ajudando Columbina a recuperar o nome dela... Ela ficou tão animada que seu rosto ficou vermelho vivo. Será que isso tem algo a ver com a idade dela?"
},
{
"Title": "Sobre Lynette...",
"Context": "Eu não sei como ela consegue! Aquela garota-gato sempre parece encontrar o ponto mais fraco de qualquer máquina e então... Pfft, quebrada. Eu queria que o irmão dela conversasse com ela. *Suspiro* Deixa para lá... Acho que é mesmo um talento. Talvez eu devesse pedir que ela me ajudasse a fazer testes de estresse nas minhas futuras criações. Se minhas máquinas não conseguirem sobreviver à curiosidade dela, que chance teriam em batalha?"
},
{
"Title": "Sobre Alain Guillotin...",
"Context": "Depois que Alain morreu, ergui uma lápide para ele. Quando estava vivo, ele disse que queria que eu escrevesse o epitáfio dele. Então escrevi. Não foi difícil, bastou listar seus feitos, e então escolher uma citação que captasse a forma como ele pensava. Escolhi: \"Infelizmente, não há mais nada a dizer.\" Era algo que ele dizia com frequência. Você acha que soa fatalista? Hah, talvez para quem não o conhecia. Mas ele sempre dizia isso com um sorriso. Não era resignação, ele não estava desistindo. Ironicamente, era quase como uma expressão de contentamento. Como resolver um problema matemático. A morte é apenas um sinal de igual silencioso, e ele passou para o outro lado da equação."
},
{
"Title": "Sobre a Tsaritsa...",
"Context": "Até eu ainda me incomodo com os erros no meu coração, mas Sua Majestade, a Tsaritsa... Como ela conseguiu congelar suas emoções tão completamente?"
},
{
"Title": "Sobre Pierro...",
"Context": "Sempre dando ordens... De algum modo, o mundo refletido em seus olhos parece mais distante do que nos de qualquer outra pessoa. Na primeira vez que o vi, soube que este mundo havia tirado coisas demais dele."
},
{
"Title": "Sobre Capitano...",
"Context": "Todos sabem que Il Capitano não gosta de tirar a máscara, mas isso não o impede de terminar seu chá sempre que nos reunimos."
},
{
"Title": "Sobre Dottore...",
"Context": "Talvez seja melhor tapar os ouvidos. Receio que não vou conseguir controlar minhas emoções."
},
{
"Title": "Sobre Columbina - Irritante",
"Context": "Columbina me tirava do sério, e, para falar a verdade, ainda tira. Achei que a vida seria mais tranquila sem ela por perto. Quem diria que eu ficaria ainda mais irritada quando ela não estivesse aqui! Argh, que raiva!"
},
{
"Title": "Sobre Columbina - Vida",
"Context": "Ela está vivendo uma vida tão feliz agora. Tem a família e os amigos ao seu lado, e pode viajar sempre que tem tempo livre... Por que eu não posso ter esse tipo de sorte? Esqueça, não estou com inveja. Todos sabemos que ela merece ser feliz."
},
{
"Title": "Sobre Arlecchino...",
"Context": "Arlecchino é uma mulher de palavra. Ela age com decisão, e você pode confiar que ela fará o que precisa ser feito. De um ponto de vista puramente profissional, seria ótimo se todos os meus colegas tentassem seguir o exemplo dela."
},
{
"Title": "Sobre Pulcinella...",
"Context": "Ele é o presidente da Veche de Snezhnograd, embora muitas vezes pareça mais... seu supervisor. Cada voto dado no Conselho de Avaliação afeta os interesses de inúmeras facções. Conciliar tantas preocupações conflitantes é algo que só os operadores mais astutos conseguem fazer. Quando você entende isso, começa a perceber o quão assustador ele realmente é."
},
{
"Title": "Sobre o Magnata...",
"Context": "Você pensaria que a relação dele com o Dottore e os negócios entre os dois teriam sido devidamente investigados desde o início, não é? Por que demorou dez vezes mais para aprovarem meus fundos de pesquisa do que os daquele lunático do Dottore? É claro que havia algo suspeito acontecendo! Eu até perguntei ao Pantalone sobre isso na cara dele! Ele olhou bem para mim com aquele sorriso idiota e disse: \"Ora, ora, será que nossa Srta. Sandrone finalmente desenvolveu interesse por finanças? Posso recomendar alguns livros se quiser, talvez seja melhor começar com '100 Frases para Ensinar Boas Maneiras'.\""
},
{
"Title": "Sobre Rosalyne...",
"Context": "Ela sempre viveu por si mesma. Amava à sua própria maneira, e odiava à sua própria maneira também. Não é de se admirar que tenha se consumido tão rápido. Ainda assim, sua chama brilhou com uma cor única até o instante em que se apagou por completo."
},
{
"Title": "Sobre Childe...",
"Context": "Outra dor de cabeça... ou melhor, de corpo inteiro. Ele poderia muito bem passar os dias com os irmãos e irmãs dele. Por que insistir em se tornar um Mensageiro? E quando é que ele vai enfiar naquela cabeça dura que nem todo mundo está sempre procurando briga?"
},
{
"Title": "Mais Sobre Sandrone - I",
"Context": "Hmm? Não tenho o hábito de sair contando a história da minha vida para os outros. Mas se eu for me abrir, podemos pelo menos esperar um clima agradável e conversar tomando chá com bolo?"
},
{
"Title": "Mais Sobre Sandrone - II",
"Context": "Meus colegas Fatui talvez não sejam os que eu escolheria, mas não dá para negar que é um lugar excelente para realizar pesquisas. A Tsaritsa é generosa com recursos e financiamento. Eu diria que a equação acaba pendendo a meu favor."
},
{
"Title": "Mais Sobre Sandrone - III",
"Context": "Nunca me incomodou o fato de Alain ter me criado à imagem de sua irmã, Mary-Ann, nem de ter me dado o nome de \"Marionette\". Na minha perspectiva, essas são apenas as consequências do meu nascimento. Por acaso, incomoda você parecer com seus pais ou carregar o nome da família deles?"
},
{
"Title": "Mais Sobre Sandrone - IV",
"Context": "Gosto de matemática. Um mundo construído sobre fórmulas e lógica possui uma elegância ancorada na certeza. Também gosto de música, que é semelhante em muitos aspectos. Eu costumava pensar que tocar música devia ser tratado como um problema matemático, equilibrando as notas e o ritmo, sem espaço para desvios. Mais tarde, percebi que algumas pequenas imperfeições, até mesmo erros, durante uma apresentação podem, na verdade, tornar a música mais bela. Uma leve pausa aqui, uma improvisação repentina ali... É nesses minúsculos erros que nasce a emoção. Reverberações do coração do intérprete, pode-se dizer."
},
{
"Title": "Mais Sobre Sandrone - V",
"Context": "O que o mundo dá, o mundo tomará de volta. Viver é ganhar e perder, é apanhar aquilo que o mundo não pode tomar, segurá-lo em meio a perdas e despedidas, e continuar seguindo em frente. Se uma pessoa deseja apenas \"viver\", esse desejo é insignificante demais? Assim como alguém que salva o mundo apenas para \"salvar a si mesmo\", seria uma razão simples demais? Viver, sentir, testemunhar. E então, um dia, talvez essas coisas que o mundo não pode tomar se tornem numerosas o bastante para abalá-lo até o âmago."
},
{
"Title": "Passatempos de Sandrone",
"Context": "Além de música, máquinas e matemática, também gosto de horticultura... quando o momento permite. Eu gosto de documentar o processo de como minhas plantas crescem e florescem. A maioria delas precisa de pouquíssima intervenção; elas são independentes e resilientes. Eu costumava acreditar que eu era da mesma forma."
},
{
"Title": "Preocupações de Sandrone",
"Context": "Toda vez que vejo um bichinho peludo, dá vontade de pegá-lo no colo e dar um abraço bem apertado... mas a maioria dos animais não gosta de máquinas, então sempre fogem quando me veem. Ei! Não me olhe assim! Não quero sua pena. E daí se não posso abraçá-los? Não é... não é como se isso fosse grande coisa..."
},
{
"Title": "Comida Favorita...",
"Context": "Graças a este corpo, não sofro de alergias nem indigestão, então comida é apenas uma questão de prazer para mim. Mas se tivesse que escolher... Hmm, acho que gosto mais de doces pequenos e delicados. Só de ver aqueles formatos requintados, meu coração já se enche de alegria, é um deleite duplo para os olhos e para a alma."
},
{
"Title": "Comida que Odeia...",
"Context": "Não gosto de comida gordurosa ou apimentada. Não tem nada a ver com o sabor, só é difícil impedir que o cheiro grude nas minhas roupas. É muito deselegante para uma dama."
},
{
"Title": "Recebendo Presentes — I",
"Context": "Hmph... Vou lhe fazer o favor de ouvir como você preparou isto. Talvez eu possa lhe dar algumas dicas. Seria indigno de uma dama desperdiçar essa oportunidade."
},
{
"Title": "Recebendo Presentes — II",
"Context": "Hã? Até que não está nada mal. Terei que retribuir da próxima vez que nos reunirmos para tomar chá."
},
{
"Title": "Recebendo Presentes — III",
"Context": "Fagio, tenho algo para você limpar."
},
{
"Title": "Aniversário...",
"Context": "Hmph. Tome, pegue isto. Normalmente eu não distribuiria estes, mas hoje é um dia especial, marca o dia em que você veio ao mundo. Convidei Arlecchino e Columbina, além de alguns amigos em comum. Até assei um bolo especial para a ocasião... então é melhor você ficar na expectativa."
},
{
"Title": "Sentimentos sobre a Ascensão - Introdução",
"Context": "Cálculo em andamento."
},
{
"Title": "Sentimentos sobre a Ascensão - Desenvolvimento",
"Context": "Inserindo variáveis..."
},
{
"Title": "Sentimentos sobre a Ascensão - Auge",
"Context": "Progresso estável."
},
{
"Title": "Sentimentos sobre a Ascensão - Conclusão",
"Context": "#Desconstruindo a própria ordem das coisas. Aposto que está impressionad{F#a}{M#o} comigo agora, não? Hahaha..."
},
{
"Title": "Habilidade Elemental - I",
"Context": "Faça uma pausa."
},
{
"Title": "Habilidade Elemental - II",
"Context": "Vamos, acompanhe."
},
{
"Title": "Habilidade Elemental - III",
"Context": "Que cansativo."
},
{
"Title": "Habilidade Elemental - IV",
"Context": "Hnf."
},
{
"Title": "Habilidade Elemental - V",
"Context": "Hehe."
},
{
"Title": "Habilidade Elemental - VI",
"Context": "Acelere."
},
{
"Title": "Supremo - I",
"Context": "Vamos testar minha hipótese."
},
{
"Title": "Supremo - II",
"Context": "Um pequeno entretenimento para a hora do chá."
},
{
"Title": "Supremo - III",
"Context": "Pff, que piada."
},
{
"Title": "Abrir Baú do Tesouro - I",
"Context": "Hã? Todo esse trabalho para isso?"
},
{
"Title": "Abrir Baú do Tesouro - II",
"Context": "Então, o que tem dentro? N-Não que eu me importe!"
},
{
"Title": "Abrir Baú do Tesouro - III",
"Context": "Você realmente se esforçou para isso, não foi? É todo seu."
},
{
"Title": "Vida Baixa - I",
"Context": "Fagio! Está pronta para continuar?"
},
{
"Title": "Vida Baixa - II",
"Context": "A vitória está por um fio..."
},
{
"Title": "Vida Baixa - III",
"Context": "Toda batalha tem suas reviravoltas!"
},
{
"Title": "Aliado com Vida Baixa - I",
"Context": "Ei! Você ainda está com a gente?"
},
{
"Title": "Aliado com Vida Baixa - II",
"Context": "Cuidado! Eu só sei consertar máquinas!"
},
{
"Title": "Derrotado - I",
"Context": "Meus cálculos... estavam errados...?"
},
{
"Title": "Derrotado - II",
"Context": "Este chá... acabou..."
},
{
"Title": "Derrotado - III",
"Context": "Infelizmente... não há mais nada a dizer..."
},
{
"Title": "Ataque Leve Sofrido - I",
"Context": "Tire as mãos."
},
{
"Title": "Ataque Leve Sofrido - II",
"Context": "Que grosseria."
},
{
"Title": "Ataque Pesado Sofrido - I",
"Context": "Você vai se arrepender disso...!"
},
{
"Title": "Ataque Pesado Sofrido - II",
"Context": "Tem algum desejo de morrer?"
},
{
"Title": "Entrando na Equipe - I",
"Context": "Hora de verificar minhas fórmulas."
},
{
"Title": "Entrando na Equipe - II",
"Context": "Deixe-me te ajudar."
},
{
"Title": "Entrando na Equipe - III",
"Context": "Vamos lá, Fagio."
}
],
"FetterStories": [
{
"Title": "Informações do Personagem",
"Context": "Alain Guillotin foi o primeiro a chamá-la de Marionette. Por trás desse nome estava uma história de uma ente querida que ele não poderia esquecer e cujas memórias ele tentou reviver ingenuamente ao criá-la. Mas, no momento em que ela abriu os olhos e falou o nome dele hesitante, ele decidiu jamais chamá-la disso novamente. Era errado, ele percebeu, fazer essa criação incrível carregar o peso da vida da irmã dele e do próprio erro dele. Essa criação merecia uma vida própria, assim como todos nascidos nesse mundo.\nMas, de tempos em tempos, ele ainda a chamava por esse nome, mesmo que apenas em pensamentos. Ele fazia isso porque, assim como o nome \"Marionette\" sugeria, ela era pura de coração, gentil e sempre cheia de alegria.\nO povo de Snezhnaya a conhecia como \"Srta. Marionette\". Enquanto a maioria falava dela com o medo que um Mensageiro inspira tipicamente, também havia geralmente uma corrente subjacente de respeito nessas vozes, um sentimento revelado por descrições como \"a decisiva Srta. Marionette\" e a \"sempre confiável Srta. Marionette\".\nMas, para seus amigos e colegas, ela era conhecida como Sandrone. Enquanto era originalmente apenas um codinome, com o tempo, o nome se tornou uma maneira alegre para os mais próximos se referirem a ela. Eles começaram a associá-lo aos cheiros do chá da tarde, à virada elegante das páginas de um livro e ao tique constante de uma chave de corda... E, claro, às vezes, também evocava os grunhidos e até as explosões de fúria de uma dama que perdera toda a paciência, dane-se a etiqueta.\nUma vez, um amigo perguntou-lhe: \"Como você quer que chamemos você?\"\n\"Não importa, não estou nem aí,\" ela respondeu indiferentemente. \"Sempre achei que nomes fossem algo que existe somente pela conveniência de outros. Como as pessoas escolhem me chamar é, até grande medida, determinado por qual parte de mim elas escolhem aceitar.\"\nA expressão no rosto do amigo dela era uma que sugeria claramente que estavam totalmente despreparados para a resposta dela.\n\"Enfim, o que quero dizer é: não importa como as pessoas escolham me chamar, eu continuo sendo eu. Não mudarei porque escolheram me chamar por um nome diferente e, já que não me importo com a maneira que as pessoas me chamam, por que só não deixá-los usar o nome que acham mais confortável? Mas se eu responderei ao nome em questão, isso é um assunto completamente diferente, heh.\""
},
{
"Title": "História 1",
"Context": "Ela lembra claramente do dia em que nasceu.\nPrimeiro, estava tudo escuro. Ela abriu os olhos e começou a analisar tudo ao redor dela. Ela percebeu que estava sentada numa cadeira e que, na frente dela, havia um homem que parecia bem velho. Ele disse a ela que o nome dele era Alain Guillotin.\nEla repetiu o nome algumas vezes. Então, ela perguntou qual era o nome dela. O velho não respondeu por um tempo, como se ele tivesse sido confrontado com algo que não considerara antes. Mas, no fim, com um pouco de hesitação, ele falou com o embaraço estampado no rosto. \"Marionette...\"\n\"Marionette\". Ela disse o nome repetidamente.\nO rosto do velho se tornou ainda mais confortado por algum tipo de emoção. Que estranho, ela pensou. Por que posso identificar praticamente tudo que vejo em meu campo de visão, mas não consigo determinar exatamente o que ele está sentindo? Eu deveria colocar isso em minha lista de perguntas a serem respondidas.\nE essa lista é bastante extensa. Por exemplo, por que ela estava aqui? Como ela veio a existir e qual é o propósito dela? Como você corta uma batata para que os pedaços sejam perfeitamente uniformes e apresentáveis o bastante para o jantar? E o que você precisa fazer para que a planta no peitoril da janela produza as mais belas flores...?\nAs respostas para certas coisas, ela descobriu, eram facilmente encontradas. Na maioria dos casos, elas precisavam simplesmente que ela investisse algum tempo e tivesse um aprendizado direto. Mas outras questões eram muito mais profundas, tão profundas que até o velho que a criou era incapaz de responder.\nEla passou a maior parte do tempo com o velho, Alain Guillotin. Em algum momento, ela descobriu que não gostava muito dele. Ele se movia lentamente demais e era completamente desorganizado. Ele também colocava geralmente os documentos e ferramentas em lugares errados e, de tempos em tempos, ele até entregava a ela um caderno completamente do nada.\n\"Sua vida é uma bagunça total,\" ela disse a ele diretamente. \"Suas coisas nunca estão onde devem e seus papéis ficam espalhados por todo o lugar. Você escreve uma única equação em duas folhas, só para elas acabarem em lados opostos da sala.\"\nUm sorriso esquisito apareceu no rosto do velho, como se ele tivesse sido elogiado por algo. \"Haha... Isso era exatamente o que Mary-Ann costumava dizer sobre mim também.\"\nAquele homem era simplesmente impossível de entender.\nMas, com o tempo, ela também descobriu partes do velho de que gostava mais.\nEla descobriu o jeito que ele ficava tão focado enquanto trabalhava e o som da caneta dele contra o papel. Ela descobriu o jeito que ele explicava vários princípios de engenharia a ela e a maneira como ele discutia problemas matemáticos complexos com ela na mesa de trabalho. Ela descobriu que ele contava histórias do passado a ela enquanto se sentava perto do fogo, sobre a Fontaine antiga, sobre a Cruz de Narcissus... E ela descobriu o sorriso gentil no rosto dele naqueles momentos.\nEla descobriu que, apesar de o velho ser bastante descuidado e desorganizado, ele também era gentil, justo e cheio de sabedoria.\nConforme o tempo passou, as partes que ela gostava no velho superaram em muito as partes que não gostava. Isso a levou a embarcar numa análise das ações anteriores dela.\nGuillotin ficou atordoado quando a encontrou escrevendo no caderno.\nEra óbvio para ela que ele queria muito perguntar o que ela estava fazendo, mas, ao mesmo tempo, ele também se preocupava sobre o que esse questionamento a faria fazer.\nEla decidiu tomar a iniciativa. \"Acho que eu detestava você,\" ela disse.\nEla percebeu que ele ficou muito magoado com esse início.\n\"Mas eu também descobri que estava errada. Foi um julgamento feito num momento em que minha lógica emocional e objetividade básica ainda não estavam totalmente calibradas.\" Ela continuou: \"Mas agora, sinto que você é um ótimo 'pai'.\"\nGuillotin ficou assustado por um momento. Então, um sorriso surgiu no rosto dele. Era um sorriso de felicidade genuína misturada a alguma outra emoção.\nEle... vai chorar? Ela ainda estava aprendendo lentamente a ler emoções humanas, embora não soubesse o motivo para fazer isso.\nMas essa pergunta podia esperar. Ela pegou o caderno e começou a escrever novamente."
},
{
"Title": "História 2",
"Context": "Ela lembra do falecimento de Guillotin muito claramente.\nGuillotin ficou acamado por algum tempo antes da morte e, durante esse tempo, ele confiou completamente nela para cuidar das necessidades diárias dele. No início, ele ainda conseguia responder a ela e conversar sobre as coisas que ela ouvira no dia anterior. Mas, conforme o tempo passou, tudo que ele queria era ficar deitado quieto na cama.\nEnquanto ela ficava ao lado da cama dele, lendo para ele, ela ouvia um som áspero da garganta dele de tempos em tempos. Parecia que Guillotin estava sendo sufocado pela própria respiração, ou como se ele estivesse sendo sufocado pelo próprio ar.\nQuando Guillotin a criou, ele deu a ela tato, paladar e até respiração, que servia como um sistema de resfriamento para regular a temperatura corporal dela. Mas agora, no capítulo final da vida dele, todas essas coisas foram tomadas de Guillotin uma após a outra. Primeiro o paladar dele se foi, então o tato e, finalmente, a respiração.\nHouve vários momentos em que ela pensou que ele simplesmente hesitaria e se deixaria ir. Esse é o momento final dele, ela pensava. Mas ele sobrevivia, repetidamente, toda vez.\nUma dessas vezes, quando ela olhou para a cama, ela percebeu que Guillotin abrira os olhos e estava olhando para ela.\n\"Eu achava que tinha chegado minha hora dessa vez,\" ele disse.\n\"Hora? Que hora?\"\n\"Eu achava que tinha finalmente ido para outro lugar,\" ele disse com um sorriso. \"Estive praticando como morrer.\"\nEle desejava falecer enquanto dormia, ele explicou. Melhor ainda, ele desejava falecer no meio de um belo sonho, um sonho em que ele estaria deitado num gramado, olhando para o céu azul de Fontaine ao lado dos amigos e da irmã dele.\n\"Eu também estou nesse sonhos?\" Ela perguntou.\n\"Ah, não, não,\" ele respondeu. \"Você não pertence ao mundo que estou indo, minha criança. Você tem um longo caminho pela frente deste lado.\"\n\"Você quer ir para esse mundo?\"\nGuillotin suspirou profundamente.\n\"Não é mais uma questão do que eu quero a essa altura.\" Ele virou a cabeça para olhar para o teto, como se pudesse olhar através dele para o mundo além. \"Ninguém sabe de verdade qual é o sabor da morte, pois é uma fruta que só pode ser saboreada uma vez na vida.\"\n\"Me parece que o sabor é terrível.\"\n\"Haha... Talvez.\" Guillotin riu novamente, embora ela não soubesse qual era a piada.\nEle continuou, \"Não são os que vão que sofrem, mas o que ficam para trás.\"\nIsso parecia algum tipo de previsão, assim como uma reflexão pessoal por parte de Guillotin. Independentemente do que fosse, ele estava certo.\nEla continuou saindo para fazer compras após a morte de Guillotin, embora não houvesse ninguém para usar o que ela trazia de volta. Ela continuou a cuidar do jardim e fazer manutenção em Pulonia, embora não tivesse ideia do motivo.\nTalvez ela não tivesse tido tempo suficiente para aceitar a verdade. Ou talvez ela simplesmente não soubesse o que podia fazer. E o pensamento dessa possibilidade era uma chaga na carne dela.\n\"Vá. Faça o que você quer fazer e busque os seus próprios desejos, minha criança.\"\nPor algum motivo desconhecido, ela começara a pensar nas palavras finais de Guillotin para ela.\nMas não há nada que eu queira fazer e também não desejo nada, ela disse a si.\nMas acho que eu poderia ir dar uma olhada.\n\"Tudo bem, Alain.\" Parecia que ela não estava falando para ninguém no quarto. \"Parece que chegou a minha vez.\"\n\"É minha vez de praticar como viver.\""
},
{
"Title": "História 3",
"Context": "Ela nunca esperou ficar tanto tempo em Snezhnaya. Ela também não esperava que uma terra pudesse ficar tão fria; ela tinha que, literalmente, aquecer os pensamentos na cabeça dela para conseguir raciocinar!\nDo ponto de vista dela, a vida de um membro dos Fatui era relaxada, fácil até. Ela não precisava sair para fazer compras ou cuidar de todas as necessidades de ninguém. Ao invés disso, ela aproveitava todas as conveniências que um Mensageiro tinha direito. E as tarefas atribuídas a ela pela Tsaritsa? Brincadeira de criança para um gênio como ela.\nEntão, um dia, enquanto ela anotava a data no diário dela, ela percebeu com uma surpresa que já estava em Snezhnaya mais tempo do que passara com Guillotin em Fontaine.\nÉ como se esse tivesse se tornado meu segundo lar, ela pensou.\nE isso levou a outra pergunta: Qual é o verdadeiro lar dela, Fontaine ou Snezhnaya? E o que é um \"lar\", exatamente?\nÉ o lugar onde alguém é necessário? Certamente; o trabalho dela nos Fatui era insubstituível. Ou melhor, seria difícil substituí-la e Vossa Majestade precisa claramente dela.\nOu é o lugar onde alguém se sente mais tranquilo? Sem dúvidas, a vida em Snezhnaya fora bem confortável até então; além disso, lá ela tinha acesso a todos os equipamentos de pesquisa que poderia precisar. E se ela se sentisse entediada, sempre havia apresentações de ópera.\nOu talvez, \"lar\" seja onde a \"família\" está? Mas, família... Ela não tinha mais ninguém, exceto Pulonia agora. Então, lar era onde Pulonia estava? Nesse caso, isso significaria que, se ela e Pulonia viajassem para outro lugar, Mondstadt, por exemplo, esse \"outro lugar\" se tornaria o \"lar\" deles?\nNo fim das contas, a raiz do problema ainda era que ela não sabia o que queria fazer, nem qual era o seu desejo. Ela percebeu isso. Ela não passava de alguém que seguia a correnteza, perpetuando o hábito de \"ser necessária\".\nEla achava essa versão de si mesma muito patética. Mas também não sabia como mudar. Que irritante.\nSe alguém apontasse um mosquete para a cabeça dela e exigisse que ela nomeasse algo que desgostava em Snezhnaya, ela provavelmente acabaria nomeando algumas das pessoas com quem ela preferiria não ter que trabalhar junta.\nNo início, com a memória dos primeiros dias dela com Guillotin ainda fresca na mente, ela tentou uma abordagem circunvente em relação aos sentimentos dela sobre seus colegas.\nMas isso não funcionou. Se eventos futuros ensinaram alguma coisa a ela, foi que alguns indivíduos permaneceriam simplesmente detestáveis para ela, não importando quanto tempo passasse ou quantas observações objetivas fossem feitas sobre eles. Diferentemente de Guillotin, as partes delas das quais ela não gostava continuaram a superar vastamente as partes que gostava. Ou melhor, ela não gostava de nenhuma parte sequer deles.\nEla tampouco sabia como mudar essa situação. Ela não queria mudar os outros, muito menos mudar a si mesma. Ah, que irritante!\nTalvez ainda estivesse no processo de aprender, praticando como viver. Talvez as referências que tinha fossem insuficientes, assim como seu conhecimento. O conhecimento é o alicerce do mundo, ela costumava ouvir Alain dizer, e também costumava dizer isso a si mesma.\nEla esperava que, no futuro, ao continuar empilhando pedras, pudesse encontrar a resposta para resolver esses problemas. Não havia necessidade de ter pressa, ela tinha tempo de sobra.\nQuanto ao presente... Ouvi dizer que a Tsaritsa recrutou um novo Mensageiro, que passa o dia inteiro cantando no jardim? Hm, fiquei curiosa. Vou dar uma olhada..."
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"Title": "História 4",
"Context": "Incompreensível!!\nComo pode existir uma pessoa dessas neste mundo?! Do nada, passa o dia inteiro seguindo-a por aí; do nada, vem cantar à porta dela no meio da noite; do nada, invade a hora do chá da tarde que pertence só a ela!\nDepois de receber avisos dela, e até mesmo de ser obrigada, por retaliação, a carregar uma pesada chave de corda nas costas, essa pessoa ainda assim não demonstrou o menor arrependimento, e até passou a grudar nela com ainda mais intensidade! Será que ela não entende coisas como distância social e privacidade entre as pessoas? Dizem que ela realmente passou uma semana vivendo com aquela pesada chave de corda nas costas? O que isso quer dizer? Uma declaração de guerra? Para que todos saibam que ela a está maltratando? Maldita. Da próxima vez que aquela pessoa ousar atrapalhar a hora do chá da tarde, ela servirá para ela a pior bebida de todas!\nNo entanto, quando Columbina bebeu aquela bebida sem a menor hesitação e soltou alguns gemidos baixinhos, Sandrone, de repente, acabou ficando com pena dela.\nComo é? Então agora eu sou mesmo a encrenqueira, né? Como ela pode ser tão ingênua??? Ela não faz mesmo ideia de quando alguém tem outras intenções?! Ela consegue parar para pensar por um momento???\nEntão, Sandrone, com um misto de culpa e pena, trouxe uma parte dos preciosos lanches de chá para ela. Mas, quando ela viu o sorriso no rosto de Columbina reaparecer, ela não conseguia deixar de se sentir irritada novamente. Ugh! Que chatice!\nEssa sensação de irritação só aumentou quando, depois, Columbina começou a tirar cochilos da tarde no quarto dela como se fosse a coisa mais natural a se fazer no mundo.\n\"Você não tem seu próprio quarto?!\" Ela perguntou.\n\"Tenho. Mas me sinto muito mais relaxada aqui,\" Columbina respondeu objetivamente. Na verdade, parecia que Sandrone era a esquisita por sequer fazer a pergunta.\nPode aguardar, Sandrone pensou. Espere que o que é seu está guardado. Na próxima, vou te chutar pra fora do meu quarto! E vou jogar a cama com você se for preciso! Um quarto sem cama é um preço pequeno a se pagar por um pouco de privacidade e tranquilidade!\nMas, quando ela viu Columbina deitada na cama dela da próxima vez, Sandrone hesitou novamente. Porque dessa vez, parecia que Columbina estava chorando enquanto dormia...\nE agora? Ela escolheu mesmo uma hora conveniente para dar esse showzinho! Que criatura ingênua e ignorante. É como se ela realmente acreditasse que todos ao redor dela são gentis e de bem, e que o mundo é um lugar lindo.\nÉ como se ela...\n...Como eu costumava ser, uma vozinha no coração dela.\nSandrone tentou abandonar o pensamento imediatamente. Nós duas não somos nada parecidas, ela repetiu para si rapidamente. Pelo menos, com certeza eu sou mais inteligente!\nQuando Columbina acordou do cochilo e encontrou um cobertor sobre ela, ela sorriu para Sandrone.\n\"Não fui eu,\" Sandrone mentiu. \"Foi Pulonia que colocou o cobertor em você.\"\nMas por que ela teve que mentir? Ela não sabia a resposta para essa pergunta. Tudo que ela sabia era que não desejava admitir ter feito isso. Absolutamente não.\n\"Nesse caso, muito obrigada, Pulonia.\" Ela disse com sinceridade.\nMas a curiosidade é uma fera que sempre exige ser alimentada. \"Você teve um sonho?\" Sandrone perguntou. \"Sonhou com o quê?\"\nHouve uma pausa antes de Columbina começar a contar a história. Na verdade, ela o fez sem um resquício de malícia, simplesmente porque Sandrone pediu.\nApós ouvir a história de Columbina, Sandrone estava ainda mais convencida de que as duas não eram nem um pouco parecidas.\nO mundo já tomara tanto de Sandrone. E isso a tornava diferente de Columbina, pois Columbina nunca teve realmente nada.\n\"É por isso que você sempre está olhando para a lua no pátio?\"\nColumbina acenou.\n\"...Se quiser, Pulonia pode te fazer companhia no jardim hoje.\"\nSério? Columbina perguntou.\nSandrone não respondeu.\n\"Obrigada, Sandrone.\"\n\"Hunf. Você deveria agradecer a Pulonia em vez disso,\" ela respondeu um tanto irritada. \"E agora chegou a hora de você sair do meu quarto. Vá com Pulonia.\"\nAquele dia foi a primeira vez desde a morte de Alain que Pulonia deixara o lado de Sandrone. Mesmo assim, por algum motivo, Sandrone dormiu melhor do que dormira em um bom tempo. Era como se, ao fazer Pulonia acalmar o coração daquela criatura irritante, o próprio coração de Sandrone também tivesse sido, de alguma forma, acalmado em troca. Isso foi algo que ela simplesmente sentiu que precisava fazer, mesmo que não conseguisse explicar o motivo.\nMas, no dia seguinte, quando Pulonia apareceu numa reunião dos Fatui com uma coroa de flores na cabeça e flores por todo o chassi, Sandrone jurou para si mais uma vez que nunca, jamais, teria pena daquela criatura mal-educada de novo!\n\"CO. LUM. BI. NA!!!\"\nNaquele mesmo dia, Columbina foi colocada de castigo do lado de fora do quarto de Sandrone enquanto ela estava ocupada removendo cada flor odiosa de Pulonia. Uma placa pendurada no pescoço de Columbina dizia: \"Sou uma criança levada que bagunça coisas que não me pertencem.\"\nMas, por algum motivo, ela não parecia nem um pouco chateada com isso."
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"Title": "História 5",
"Context": "Com a \"herança\" que ela recebera de Alain, Sandrone conseguiu ter seu segundo nascimento.\nEla sempre acreditara ser inteligente, ou pelo menos mais inteligente do que a maioria. Foi somente nessa conjuntura que ela percebeu ser, na verdade, muito mais tola do que achava.\nEla deveria ter chegado a essa conclusão há muito tempo. Ela deveria ter ouvido o próprio coração para entender o que palavras como \"perda\" e \"resiliência\" significavam de verdade. Ela deveria ter expressado a própria gratidão mais para os amigos dela e feito ainda mais amigos. Ela deveria ter retornado a Fontaine há muito tempo, para o túmulo de Alain... onde ela contaria a ele tudo que aconteceu desde que ela foi embora enquanto limpava o túmulo.\nMas nunca é tarde demais para começar, Columbina contou a ela. A própria Columbina aprendeu isso com outra pessoa.\nEla murmurou em desaprovação. Nunca havia imaginado que estaria recebendo lições de vida de Columbina um dia. Mas ela aceitou mesmo assim. Não havia como negar: Columbina estava certa.\nQuando notícias da ressurreição de Sandrone chegaram a Snezhnograd, palavras de simpatia e preocupação acompanharam, junto a uma oferta generosa de \"licença pós-morte\" da posição dela. Contudo, quando Sandrone expressou desejo de permanecer nos Fatui, a Tsaritsa concordou sem fazer nenhuma adição, naturalmente.\nEla sabia que essa notícia causaria insatisfação em certos cantos, pois significava que o poder e os interesses surgidos da morte dela tinha simplesmente desaparecido do alcance deles.\nMas ela não se importava com o que os outros achariam. Ela foi dada uma segunda vida e estava pronta para viver exatamente como desejasse. Ela ia viver inteiramente nos termos dela agora e com certeza não ia mais segurar a própria língua quando ficasse furiosa! Ha! Será que alguém achou mesmo que ia tomar controle da Guilda de Aventureiros, de Katheryne e do resto deles a partir de então? Cai fora!\nMas, claro, isso não significa que estava totalmente livre das algemas da vida. Cada vez que ela recebia um aviso de uma reunião dos Fatui, ela revirava os olhos e resmungava como sempre.\n\"Aff. Reuniões e mais reuniões! O dia todo, todo dia! Que chato!\""
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"Title": "Pulonia",
"Context": "Na primeira vez que Sandrone conheceu o grandalhão, ele estendeu imediatamente a mão para ela.\nIsso é apenas a programação humanoide, Alain disse a ela. Pulonia foi construído para medições e cálculos. Todavia, ele esperava que essas adições de similaridade à humanidade permitissem que o mundo visse Pulonia como mais do que apenas uma máquina, porque, exatamente como ela, Pulonia também era único.\nEla ficou muito feliz com o novo parente em sua vida. Ela levava Pulonia para caminhar e ensinava-o a identificar várias flores e aves quando as encontravam. Mas Pulonia aprendia lentamente, muito mais do que ela. Segundo Alain, o motivo era o poder de processamento de Pulonia ser dedicado a prever o futuro por simulações.\nMas por que fazer isso, ela perguntou.\nAlain então disse algo que ela só entenderia muito depois. Na época, ela só achava que Pulonia era impressionante, até sentindo um pouco de inveja de Pulonia. Por que ela também não podia fazer algo tão incrível?\nMas, como Alain, esse gigante incrível precisava ser cuidado frequentemente também. Ele ficava preso frequentemente durante as caminhadas, ou se molhava de alguma maneira com a água que deveria ser para as flores. Ela não teve escolha senão aprender tudo sobre o funcionamento de Pulonia para ajustá-lo quando necessário, como se ela estivesse cuidando de um irmão pequeno. Isso continuou mesmo após o falecimento de Alain.\nNo dia em que Sandrone voltou do funeral de Alain, ela estava como um brinquedo de corda com a mola presa. Tudo que podia fazer era ficar parada no quarto, calada, ainda vestindo o casaco de chuva, incapaz até de se mexer ou fechar a porta de casa.\nEntão, ela percebeu Pulonia se aproximando dela e, como na primeira vez em que se conheceram, ele estendeu a mão enorme para ela.\nEla encarou aquela mão. Era tão gigantesca, capaz de segurar o futuro do mundo inteiro e, deste dia em diante, também teria que ancorar o passado dela. Essa era uma perda completamente insuportável para ela; o vazio deixado para trás foi quase suficiente para esmagá-la. Cada pedaço desse fardo agora recaía sobre Pulonia e ele carregaria esse fardo sem um único sussurro de reclamação.\nEmbora Pulonia tenha, eventualmente, de fato segurado o futuro do mundo inteiro... Ele não conseguia mais suportar o próprio peso.\nSandrone não desistiu de reparar Pulonia desde então. Mas ela sabe que, com o conhecimento atual dela, ela está longe de conseguir consertar totalmente o núcleo de Pulonia. Ainda mais importante, ela se recusa a realizar uma restauração comprometida, trazer de volta um \"Pulonia\" que não a reconhecesse mais seria um insulto completo ao grande Pulonia e à família que ele era para ela.\nEntão, ela se organizou para Pulonia ser devolvido a um local secreto, aquele lar que eles costumavam compartilhar, e ela o visitava de vez em quando.\nUm dia, ela espera, a devoção dela a recompensará com os barulhos familiares de Pulonia se iniciando novamente, enquanto estende a mão enorme para ela como costumava fazer."
},
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"Title": "Eixo Estelar",
"Context": "Sandrone não dependeu muito do Eixo Estelar desde que ele veio a estar na posse dela. Com certeza, ela está ciente de que foi essa pequena rocha que ativou a \"herança\" de Alain e deu-lhe uma segunda vida, fato pelo qual ela é grata. Mas ela permanece incomodada por um problema simples: ela não consegue ver como essa coisinha deveria oferecer alguma ajuda real para ela no cotidiano.\nDeveria ajudá-la com a pesquisa? Mas é para isso que servem cérebros... Não é como se o Eixo Estelar pudesse resolver equações para ela.\nOu deveria ajudar a canalizar Energia Elemental? Mas, mesmo antes de ela ter, ela raramente dependia de Energia Elemental para lutar.\nOu talvez forneça algum tipo de auxílio de energia? Mas não importa como encare, isso não parece compatível com a estrutura corporal dela. Afinal, graças ao grande Alain, Lorde Artífice, ela já executa um sistema de fornecimento de energia principal que é praticamente perfeito.\nEventualmente, ela decide usar o Cryo no Eixo Estelar como resfriamento para ela e Fagio durante tarefas computacionais pesadas. Adicionalmente, para garantir eficiência energética em combate, ela também adaptou temporariamente a lógica de ataque de Fagio para trabalhar com o Eixo Estelar.\nE se alguém perguntasse a Sandrone qual era o desejo dela, ela só dizia que a palavra \"desejo\" é vaga e complicada demais para analisar. Tudo o que ela quer é desconstruir os princípios universais de todas as coisas e incrementar continuamente uma base de conhecimento, mas isso conta como desejo? Certamente. Mas isso é tudo que ela deseja? Claro que não.\nNo momento, ela está fazendo o que quer fazer e o que acha que é certo fazer. Só isso é para deixá-la feliz e, talvez, isso seja mais que suficiente. Quem poderia dizer que o chamado de um desejo como esse não é atraente suficiente? E quem poderia dizer que escolher levar a vida que se deseja não é certo? Um desejo não deveria ser considerado mais nobre que outro. Para ela, todos têm sua própria vida para viver e, se alguém tiver problema com isso, é melhor se preparar para o ataque verbal de Sandrone. E caso continuem tendo problema com isso, ela só zombaria e apontaria para o céu...\nDizendo, \"Bem, então é melhor você ir reclamar com quem inventou isso!\""
}
]
},
"Costumes": [
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"Id": 213300,
"Name": "Valsa da Donzela Mecânica",
"Description": "Vestuário de Sandrone. Tendo renascido, ela decidiu fazer para si uma nova roupa. Uma pessoa totalmente nova merece um vestido novo. Naturalmente, uma iniciativa como essa não pode deixar de incorporar o requinte, a elegância e a generosidade de uma senhorita... Ah, sim. E talvez uma prece para que permaneça intacto durante batalhas e não seja manchado de café ou chá não vá fazer mal.",
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],
"CultivationItems": [
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"NameCard": {
"Name": "Sandrone: Pausa Para o Chá",
"Description": "Estilo de cartão de visita.\nSandrone pode ter aprendido a desfrutar de festas do chá com Alain. Naqueles dias, até uma pausa para o chá para duas pessoas nunca foi tediosa. Mas, mais tarde, quando havia finalmente gente suficiente para uma festa do chá adequada, eles se foram um após o outro. Em sua ausência, ela parecia se aproximar um pouco mais daquela solidão que Alain conhecera.",
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